Parentes reconhecem objetos de vítimas encontradas mortas em ‘cemitério clandestino’

Polícia ouve parentes de vítimas encontradas em cemitério clandestino de Cabreúva

Polícia ouve parentes de vítimas encontradas em cemitério clandestino de Cabreúva

Parentes das duas vítimas de Vinhedo (SP) que foram assassinadas e enterradas em um cemitério clandestino em Cabreúva (SP) se apresentaram à Polícia Civil nesta sexta-feira (4). As ossadas foram encontradas na tarde desta quinta-feira (3) em uma área que seria um “cemitério clandestino”, no bairro Cururu.

De acordo com a Polícia Civil, as vítimas são o guarda municipal Vagner Fernandes, de 50 anos, e Paulo Sérgio, de 18 anos, ambos de Vinhedo.

Segundo a Polícia Civil, Vagner e Paulo tiveram os objetos reconhecidos e exames de DNA foram pedidos. Além do reconhecimento visual, é preciso ter o laudo para questões legais.

A polícia também pediu um exame de balística para descobrir se as duas vítimas foram mortas pela arma do guarda de Vinhedo. Se o resultado for positivo, a pessoa presa no começo do ano passado com a arma do guarda perto da Rodovia Anhanguera, em Jundiaí (SP), vai ser responsabilizada pelas execuções.

Corpos foram encontrados em área de mata em Cabreúva — Foto: Arquivo pessoalCorpos foram encontrados em área de mata em Cabreúva — Foto: Arquivo pessoal

Corpos foram encontrados em área de mata em Cabreúva — Foto: Arquivo pessoal

‘Cemitério clandestino’

Segundo a polícia, os corpos estavam em um túmulo feito de pedras, perto de uma nascente, em Cabreúva. No bolso da calça de uma das vítimas estava a carteira com todos os documentos. A ossada, conforme apurado pela TV TEM, é dos dois homens que desapareceram em janeiro de 2018.

Os investigadores vão fazer buscas na região para tentar localizar outros pontos, onde mais corpos possam estar enterrados. O local, segundo a polícia, tem características de um “cemitério clandestino”.

Ainda segundo a investigação, Vagner e Paulo foram ao Morro São Camilo e não foram mais vistos. A moto do guarda foi localizada queimada em Itupeva (SP), na época. O caso continua sob investigação da polícia.

GCM estava desaparecido desde janeiro de 2018 — Foto: Arquivo pessoalGCM estava desaparecido desde janeiro de 2018 — Foto: Arquivo pessoal

GCM estava desaparecido desde janeiro de 2018 — Foto: Arquivo pessoal