A Freira é a maior estreia da semana

Crô em Família também é destaque.

A Freira, o mais novo capítulo derivado do terror Invocação do Mal chega dominando as telonas deste final de semana. Na trama, uma freira que viva isolada em um convento na Romênia comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia Burke (Demian Bichir), um padre atormentado e Irene (Taissa Farmiga), uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano ao encontrar uma força maligna que toma a forma de uma freira demoníaca, transformando o convento num campo de batalha. Abre em 1.228 salas.

O cinema nacional também chega em grande estilo! Exibido em 600 salas, Crô em Família apresenta o agora dono da badalada escola de etiqueta e finesse, Crodoaldo Valério (Marcelo Serrado). Entretanto, apesar de toda a fama, o ex-mordomo se sente bastante carente e vulnerável, por não ter amigos nem uma nova musa a quem dedicar a vida. É quando sua vida cruza com as de Orlando (Tonico Pereira) e Marinalva (Arlete Salles), que dizem ser seus parentes distantes. 

Para informações sobre os horários das sessões, acesse nosso guia de programação.

Confira abaixo os trailers, críticas e a opinião da imprensa sobre os filmes que estreiam nesta semana.

A Freira

“O clima gótico e a década de 50 foram as escolhas perfeitas para introduzir A Freira de maneira mais detalhada ao público, e não há tentativa de emular o estilo dos demais capítulos – o que só demonstra a capacidade da franquia em manter uma identidade própria e única para cada década apresentada. É notável a variedade que o terror pode alcançar, principalmente quando neste caso estamos falando de histórias narradas no mesmo universo”. Leia a crítica completa.

Crô em Família

Crô em Família é um filme completamente fora do estilo. Não funciona com o público conservador das novelas, nem com o público moderno da internet. Neste sentido, é surreal o quanto que utiliza gírias e falas de efeito ultrapassadas, como “pedir pra parar, parou” ou “sai da minha aba”. O texto de Aguinaldo Silva também representa a atualização de seu roteirista, com referência a Mulheres de Areia e falas do tipo “meu crush me mandou um match”, dita por zero jovens em todos os tempos”. Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

A Vida em Família

“Exibido no Festival do Rio 2017, A Vida em Família conta a história de uma minúscula aldeia no interior da Itália, em que a simples passagem de um carro de um turista perdido é motivo para chamar a atenção da população local. Dirigido por Edoardo Winspeare, de Com a Graça de Deus, o filme não é nada memorável, sem grandes momentos ou performances marcantes. Ainda assim, é um bom entretenimento. Só é um pouco prejudicado pela longa duração”. Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

Kin

Kin se traduz numa tentativa ousada dentro do circuito comercial de misturar recursos de gênero pouco compatíveis, oferecendo o que pretende ser o início de uma franquia muito maior. Mesmo sem atores famosos nos papéis principais, evitando se assumir como uma fantasia plena, e ocultando do público elementos fundamentais da história – há muitas surpresas e reviravoltas na parte final – o projeto demonstra confiança na capacidade de seduzir o espectador para as salas escuras”. Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

Marvin

Marvin não é um filme muito sutil. Este retrato das memórias do escritor Edouard Louis decide mostrar que a vida do protagonista realmente foi um calvário. Quanto a isso, não há a menor dúvida: além de ser agredido cena após cena, o garoto nutre um desejo sexual por seus agressores, admirando-os nos vestiários ou saindo da piscina. A diretora Anne Fontaine faz questão de ressaltar que o sofrimento foi real, intenso. Ninguém questiona que aqueles momentos tenham, de fato, acontecido”. Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

Vende-se esta Moto

Vende-se Esta Moto debruça-se sobre um riquíssimo e reconhecível Rio de Janeiro ainda pouco enfocado no cinema de longa-metragem, de dentro, com conhecimento de causa e carinho. O filme, no entanto, não é capaz de conquistar mais do que o carimbo da autenticidade por decisões equivocadas (como a escalação de Zappa no papel principal) e deficiente domínio do fazer cinematográfico, com roteiro desestruturado e falhas inclusive de continuidade e captação de áudio”. Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

Alfa

Leia a opinião da imprensa.

Wheely – Velozes e Divertidos

Leia a opinião da imprensa.