Deborah Secco destaca importância de Karola na carreira: ‘Peça que faltava’

Segundo Solchegou ao fim marcada pela morte de Karola (Deborah Secco) nesta sexta-feira (9). Em seu Instagram, a intérprete da personagem despediu-se da perua com uma mensagem emocionante e citou a importância da baiana, por quem cortou cabelo em cena, na sua carreira. “Foi bem uma festa surpresa. Todos sabiam o que ia rolar, menos eu. Todos diziam que eu ia ser a próxima vilã do João Emanuel, que ia ser uma parceria com a Adriana Esteves, só que ninguém, além da imprensa, me avisou. O convite oficial demorou, mas nas primeiras leituras das sinopses, Karolinha virou minha e eu virei Karola. Ela me arrebatou, complexa, cheia de nuances e contradições”, iniciou.

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Atriz lembra defesa por Karola: ‘Debatia em mesa de bar’

“Talvez você que me ouve, nem saiba o que é uma obra aberta, mas novela é isso. Uma coisa que a gente sabe como começa, mas nunca como termina. Mas Karola foi diferente. Antes de saber do futuro na trama, eu sentia seus fins, seus meios. Eu debatia muito em mesa de bar, defendendo algo de belo e bom dentro dela, que na realidade nem existia se o autor não sentisse como ela era para mim. Karola foi uma das experiências mais enriquecedoras que eu vivi. Cercada de pessoas incríveis, generosas, que entregaram tanto quanto eu nessa jornada. Não queria que vocês ficassem com ciúme, viu, Iris, Darlene, Nataly, Bruna, Judite… Todas que já vivi, eu amo vocês, eu acreditei em vocês exatamente como acreditei em Karola”, acrescentou a atriz.

Artista cita importância de papel: ‘Pecinha que faltava’

Para finalizar, a famosa frisou que Karola foi fundamental para a carreira: “Quando olho meus últimos anos, o Hugo, a pausa nas novelas, a chegada da Maria Flor, teatro… percebo que de alguma forma, a Karola era a pecinha que faltava no quebra-cabeça da minha vida. Obrigada, minha uruzinha. Hoje a jornada se encerra, mas tenho certeza que todos aqueles que te enxergaram, como eu, terão você na memória e no coração. Você vai, meu amor, mas você fica. O seu DNA está em mim. Vai ser a base para novas histórias que eu possa vir a contar”.

(Por Tatiana Mariano)