Fofura! Simaria mostra foto com filho, Pawel: ‘Minha luz e fonte de inspiração’

Sempre reservada quando o assunto é sua vida pessoal, Simaria resolveu encher de fofura a timeline dos seus fãs. Para festejar o aniversário de três do filho, Pawel, a cantora usou a rede social para declarar todo o seu amor para o menino, fruto do relacionamento com o espanhol Vicente. “Meu filho, meu amor, minha luz, minha fonte de inspiração… Feliz aniversário, meu principezinho. Mamá te ama com todo o coração”, escreveu nesta terça-feira (11). Os seguidores, claro, se derreteram com o registro. “Está a cara da irmã”, “E quando os pais têm a genética maravilhosa?!? Tão lindo o Pawel”, “Como ele está grande!”, “É a Geovanna todinho, cópia”, “Dois anjinhos” e “Que foto linda apaixonada” foram mais alguns dos elogios recebidos. Além do pequeno, a sertaneja também é mãe de Giovanna, cuja semelhança gerou comentários dos internautas.

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Cantora ficou afastada dos palcos para tratar doença

Se recuperando de uma tuberculose ganglionar, Simaria reafirmou, anteriormente, que não está livre da doença. “A prioridade é meu descanso e minha comida. Se eu estiver em um show e precisar ir embora, eu vou. Ainda não estou curada. É porque preciso descansar. Não estou 100%. Ainda faltam dois meses e meio de tratamento. Meu médico me liberou para fazer 2, 3 shows por final de semana, sem excesso, descansando, malhando. Se não for assim, não posso mais. Não posso entrar em uma pilha de trabalho como era, em que eu como a hora que der. Se eu voltar a fazer isso, a minha tuberculose reativa e eu posso morrer“, disse a artista, que tem seguido uma rotina de exercícios com personal.

Sertaneja teve tuberculose outras vezes

Em entrevista, Simaria também relembrou a primeira vez que teve que lidar com a tuberculose. “Foi pior porque a primeira o gânglio saia pra fora e saia secreção, então todo o dia eu tinha que ir para o hospital, colocar agulha e puxar. Nessa primeira vez foi pior. Não me disseram ‘você precisa se afastar por mais tempo’. Fiquei um mês afastada e voltei para a estrada, doente, sabendo que o tratamento levaria seis meses, sendo que se estendeu para um ano e três meses, porque não me curei. Foi passando, me esqueci que tive essa doença e os profissionais naquela época não me disseram ‘se você continuar, você vai ter uma reativação da doença’. Eu não tive essa orientação e aí a doença me pegou de novo”, relatou.

(Por Patrícia Dias)