Prefeitura realiza baile de carnaval para a terceira idade

Prefeitura realiza baile de carnaval para a terceira idade

Atividade, nesta sexta-feira (9/2), tem o objetivo de promover a integração de idosos 

Os idosos atendidos pelos Centros de Convivência da Melhor Idade participaram do baile de carnaval realizado pela Prefeitura de Hortolândia, nesta sexta-feira (9/02). O evento reuniu idosos dos Centros de Convivência da Melhor Idade do Remanso Campineiro e Jardim Amanda. 

Durante o baile, o público foi embalado com marchinhas de carnaval reproduzidas por meio de um telão montado no recinto. Dentro do repertório foram tocadas músicas consagradas do passado, como: Cabeleira do Zezé, Mamãe eu quero, O Teu Cabelo não Nega, Aurora, Me dá um dinheiro aí, Abre Alas, entre outros. 

Além das marchinhas, houve um concurso que escolheu o melhor traje de carnaval. Os vencedores receberam um prêmio no final do evento.

O baile tem como objetivo manter o espírito de carnaval aceso nos idosos, proporcionar um bom relacionamento entre os usuários e levar atividades lúdicas para o público-alvo. 

Para o secretário adjunto de Inclusão e Desenvolvimento Social, Rogério Mion, esse tipo de atividade é fundamental porque estimula as pessoas da melhor idade saírem de casa, a manter suas vidas ativa. São ações que ampliam a qualidade de vida. “Essa é uma oportunidade para os idosos frequentarem mais os espaços públicos, além de conviverem de maneira harmoniosa com a comunidade e usufruírem dos serviços oferecidos, gratuitamente, pela Prefeitura”, observou Mion. 

O morador do Jardim Amanda II, Sebastião Luis Borges, de 73 anos, comentou que participa todos os anos do baile no Centro de Convivência. “Eu prefiro frequentar o baile do Centro de Convivência do que o carnaval de rua. Os idosos são tratados com muito respeito e carinho aqui”, elogiou. 

A moradora Elen Castro Miguel, de 67 anos, disse ter curado a depressão ao participar das festas de carnaval. “Para mim essa festa é uma terapia, pois o ambiente é muito animado e me proporciona momento de paz. Uma amiga me convidou para participar do baile para espairecer e eu meio que relutei no início. Há dois anos, decidi comparecer à festa e nunca mais deixei de frequentar. Isso foi um dos fatores que me ajudaram vencer a doença”, relatou.