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Combate à pobreza e preservação da floresta - um debate no Dia da Amazônia Combate à pobreza e preservação da floresta - um debate no Dia da Amazônia

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Combate à pobreza e preservação da floresta – um debate no Dia da Amazônia

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Manaus (AM) – A sustentabilidade da Amazônia é uma questão que ultrapassa fronteiras, sendo discutida por autoridades globais em diversos eventos internacionais. Em homenagem ao Dia da Maior Floresta Tropical do Mundo, o Governo do Amazonas defende que a pauta da conservação seja liderada principalmente por líderes regionais, com o objetivo de intensificar as ações de combate à pobreza aliadas à preservação da floresta.

> ‘A pobreza é uma das consequências mais devastadoras do desmatamento e da degradação florestal, um problema comum a todos os estados da Amazônia. Propor soluções para essa questão sempre foi um dos principais objetivos do governador Wilson Lima, que temos apresentado de forma global nos eventos e agendas internacionais que participamos, assumindo uma posição de liderança nessas discussões’, destaca o secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Taveira.

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Redução da pobreza como meio de conservação

A diminuição da pobreza, especialmente em comunidades ribeirinhas e povos tradicionais, tem ocorrido de maneira mais acelerada dentro das Unidades de Conservação Estaduais (UCs), que apresentam índices de desmatamento e queimadas menores do que áreas não protegidas.

Essas áreas têm a capacidade de atrair recursos para financiar programas e projetos que geram emprego e renda para as comunidades locais. O secretário afirma que as 42 UCs do estado, especialmente as 34 de uso sustentável – como as Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) e as Reservas Extrativistas, por exemplo – são espaços privilegiados para a promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia.

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> ‘As UCs do estado desempenham um papel muito importante na redução das desigualdades sociais. Temos trabalhado para ampliar esse papel através do incentivo à bioeconomia e à valorização do conhecimento tradicional dos povos da floresta, com avanços nas cadeias de manejo de pirarucu, turismo, biocosméticos, biofármacos e outros’, ressalta.

O modelo de gestão das UCs e o compromisso assumido pelo estado têm colocado o Amazonas à frente das discussões globais sobre mudanças climáticas e conservação de florestas. Esse prestígio é reconhecido também através de recursos financeiros. Segundo a Sema, desde 2019, o estado já captou cerca de R$ 240 milhões para projetos ambientais, provenientes de órgãos nacionais e internacionais, dos quais aproximadamente R$ 75 milhões foram captados apenas em 2023.

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Desenvolvimento social e sustentável

Com o objetivo de diminuir a pobreza e oferecer Pagamento por Serviço Ambiental (PSA) aos moradores das Unidades de Conservação, o Governo do Amazonas concluiu, nesta semana, a liberação do lote final do primeiro pagamento do Programa Guardiões da Floresta. Com isso, mais de 8,2 mil famílias, em 28 Unidades de Conservação, foram beneficiadas com um total de R$ 9,8 milhões.

Outras políticas públicas também se destacam no desenvolvimento das comunidades em Unidades de Conservação. Em 2021, o Governo do Amazonas concedeu Direito Real de Uso Coletivo para moradores de 15 UCs, beneficiando com a regularização fundiária de suas terras cerca de 40 mil pessoas.

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Focando no incentivo ao conhecimento, tecnologia e inovação, destaca-se a Escola da Floresta, cuja primeira unidade está em construção na RDS do Uatumã, com especial atenção para a Educação Ambiental e o desenvolvimento social e sustentável das comunidades. Outras escolas já estão previstas para a Área de Proteção Ambiental (APA) Caverna do Maroaga, no município de Presidente Figueiredo (a 117 km de Manaus) e a RDS Piagaçu Purus, no município de Beruri (a 173 km de Manaus).

Por meio da Sema, é realizado o projeto ‘Consolidando a Implementação de Políticas Socioambientais no Sistema Estadual de Unidades de Conservação do Amazonas’, que investiu mais de R$ 4,3 milhões para apoiar a manutenção e a consolidação de 15 Unidades de Conservação administradas pelo estado.

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A iniciativa realiza diagnósticos e capacitações para moradores, sobre o desenvolvimento de cadeias produtivas em cada localidade, como mandioca, banana, açaí, pirarucu, pesca esportiva, uso público com base comunitária, castanha, copaíba e murumuru. O projeto também tem como meta o diagnóstico de 24 cadeias produtivas e a realização de 15 capacitações para aprimoramento da produção rural e de produtos da bioeconomia nas UCs.

> (*) Com informações da assessoria

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