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Memorial do MPF/RJ - Um Espaço de Reflexão e Aprendizado Memorial do MPF/RJ - Um Espaço de Reflexão e Aprendizado

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Memorial do MPF/RJ – Um Espaço de Reflexão e Aprendizado

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O Memorial do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) é um espaço dedicado à preservação da memória institucional e à promoção de uma maior aproximação do público com o MPF através da linguagem das artes. Este artigo explora a visita de um grupo de estudantes do ensino médio ao memorial e o impacto dessa experiência em sua compreensão da democracia e dos direitos humanos.

Uma Visita Inspiradora

Na última semana, um grupo de 14 estudantes da cidade de São Gonçalo (RJ) visitou o Memorial MPF/RJ. A visita proporcionou aos estudantes um momento de reflexão sobre o que é democracia e como ela é protegida pelos órgãos responsáveis.

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> ‘O ambiente escolar muitas vezes está limitado à leitura e à escrita. Quando você visita uma exposição como essa, você vivencia, ouve, toca, sente e tem uma experiência mais profunda de aprendizado. Isso impacta e sensibiliza’, explicou o professor Phellipe Patrizi Moreira.

A Exposição: Justiça de Transição Não é Transação

A primeira exposição apresentada no espaço, intitulada “Justiça de Transição Não é Transação: a Brutalidade e o Jardim”, relembra episódios de violações de direitos ocorridos durante a ditadura militar no Brasil. A exposição mostra o trabalho do MPF para punir os responsáveis pelos crimes e buscar reparação para as vítimas.

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Aprendendo com a História

Durante a visita, os estudantes tiveram a oportunidade de aprender sobre a Justiça de Transição e sobre cinco casos emblemáticos de violações dos direitos humanos na ditadura militar.

1. O caso de Inês Etienne Romeu, única sobrevivente da Casa da Morte em Petrópolis (RJ).
2. O atentado do Riocentro.
3. O caso Vladimir Herzog.
4. A Guerrilha do Araguaia.
5. O genocídio indígena, que continua ocorrendo até os dias atuais.

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O Papel do MPF

A procuradora da República Fabiana Schneider, uma das responsáveis pela curadoria da exposição, explicou aos alunos a atuação do MPF. Ela destacou o papel fundamental do MPF na proteção dos direitos civis e na busca pela reparação às vítimas de violações de direitos.

> ‘Além da visibilidade dada a casos na esfera criminal, o MPF desempenha um papel fundamental na área cível, para garantir reparação às vítimas e o direito à memória e à verdade’, disse a procuradora.

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Conclusão

Desde a sua inauguração, o Memorial do MPF/RJ já recebeu dezenas de visitantes e continua a ser um espaço de aprendizado e reflexão sobre a democracia e os direitos humanos. A exposição ‘Justiça de Transição Não é Transação: a brutalidade e o jardim’ estará aberta ao público até 31 de março de 2024.

Para agendar visitas em grupos de dez pessoas ou mais, basta enviar um e-mail para [email protected].

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Serviço:
Memorial do MPF/RJ
Endereço: Avenida Nilo Peçanha, 31 – 6º andar/ Centro.
Horário: Segunda a sexta, das 12h às 17h.
Entrada gratuita.

Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República no Rio de Janeiro
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Para informações adicionais, acesse o site

‘Este conteúdo foi gerado automaticamente a partir do conteúdo original. Devido às nuances da tradução automática, podem existir pequenas diferenças’.
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Jornalista e editora do NHTV, um espaço onde trago as principais notícias do Brasil e do mundo. Minha paixão pelo jornalismo me motivou a criar este site, com o objetivo de oferecer informações precisas e imparciais sobre uma variedade de tópicos. Acredito no poder do jornalismo para informar, inspirar e capacitar as pessoas a compreenderem melhor nosso mundo em constante mudança. Agradeço por nos acompanhar e estou aqui para fornecer notícias confiáveis e relevantes.

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