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Ex-Carrossel critica associação de jogos de tiro ao massacre em Suzano

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Conhecido na TV como um dos personagens principais da novela Carrossel, Matheus Ueta dedica sua juventude ao mundo dos jogos.

Conhecido na TV como um dos personagens principais da novela Carrossel, Matheus Ueta dedica sua juventude ao mundo dos jogos.

Conhecido na TV como um dos personagens principais da novela Carrossel, Matheus Ueta dedica sua juventude ao mundo dos jogos. Atualmente, ele tem o próprio time, aos 14 anos, Tox1c Gamer E-Sports. Em entrevista ao UOL, o ator conta que está preparado para participar de campeonatos e aproveitou para comentar sobre a associação dos jogos de tiro com o recente massacre em Suzano, que deixou 8 mortos.

“Criei meu time em agosto de 2018. No começo, tive medo de que, quando entrasse na comunidade gamer, tivessem preconceito com isso. Mas foi totalmente ao contrário. Acho muito legal ter uma pessoa de outra área diferente da televisão para apoiar em uma nova carreira”, disse.

Ainda na entrevista, Ueta diz que os gamers são apontados erroneamente como influenciadores de ataques e massacres. Ele fazia referência ao ataque de Suzano, São Paulo, em que dois meninos invadiram, assassinaram 8 pessoas e depois se mataram. O ator inclusive participou da campanha “Somos Gamers, Não Assassinos”.

“Conheci uma comunidade muito unida. Os jogos são em grupos, normalmente com cinco pessoas por time. Você aprende a trabalhar em grupo, como seguir regras. As pessoas acabam entendendo como viver em sociedade, que é o que mais falta hoje. Foi o que aconteceu em Suzano, infelizmente”, lamenta Ueta.

Segundo ele, os meninos tinham desequilíbrio mental. “Foi bem mais do que preconceito. Os caras tinham desequilíbrio mental. Podem ter várias causas, mas a sociedade está doente. Podemos ver isso no bullying, algo que causa muitos problemas, a homofobia e a intolerância em geral. A política, que deveria nos ajudar a viver em uma sociedade melhor, está pura intolerância, puro ódio no Brasil”, critica.

O preconceito vai acabar

Uete disse ainda à reportagem que espera que os jogos de tiro não sejam mais associados aos ataques que ocorrem ao redor do mundo.”Não dá para ter esse preconceito com os games e os gamers. As pessoas têm uma visão muito errada. Quem discrimina não conhece, porque quem conhece a comunidade sabe como é. Esse preconceito um dia vai acabar, porque as pessoas vão perceber que o mundo precisa de união, e a comunidade gamer dá esse exemplo”, torce.

Fonte: Metropoles

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